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EXAMES

Ultrassonografia Morfológica de 1º trimestre
(Obstétrica com Translucência Nucal e Dopplerfluxometria)

1- Objetivo principal
A identificação precoce de mal-formações fetais e o rastreamento de síndromes cromossômicas , em especial a Síndrome de Down.

É principal exame do 1º trimestre.

Este exame inclui o estudo da morfologia fetal ampliada, a medida da translucência nucal com os cálculos de risco para alterações cromossômicas e a avaliação do osso nasal. Avalia também através da metodologia Doppler os fluxos de sangue do ducto venoso, da válvula tricúspide e a avaliação das artérias uterinas para o calculo de risco de desenvolvimento de pré eclampsia.

2- Período para realização: Entre 11 semanas e 2 dias a 14 semanas e 2 dias de gestação, realizado via abdominal e/ou transvaginal. Ideal entre 12 e 13 semanas. (C.C.N entre 45mm a 84mm).

3- Principais indicações

4- Outras Informações
Devido ao rápido avanço na área de Medicina Fetal, tanto em relação a qualidade dos equipamentos e, principalmente, a qualificação profissional, a avaliação da morfologia fetal e avaliação de sinais sutis (marcadores ultrassonograficos) de doenças cromossômicas (Síndrome de Down, por exemplo) é factível de ser realizada em fase precoce da gestação. Esse exame é considerado, junto ao Ultra-som Morfológico de 2º trimestre, como a principal avaliação da gestação pela Fetal Medicine Foundation. É composto das seguintes etapas:

  1. Avaliação da idade gestacional e morfologia fetal, sendo possível datar corretamente a gestação e visualizar em desenvolvimento inicial as seguintes estruturas: crânio, cérebro, face, coluna, coração, parede abdominal, estômago, rins, bexiga, membros e sexo fetal (ao redor de 13 semanas).
  2. Avaliação da Translucência Nucal: é a medida de um pequeno espaço líquido presente na nuca de todos os fetos, localizada entre a pele e a coluna.
  3. Avaliação do Osso Nasal: Em aproximadamente 60% dos fetos com Síndrome de Down o osso nasal não é identificado nesta fase da gestação.
  4. Avaliação do refluxo na valva tricúspide: Quando presente tem demonstrado correlação com alterações cromossômicas.

A grande maioria dos bebês é normal. Entretanto, toda a mulher, qualquer que seja a sua idade, possui um risco de conceber um bebê com algum tipo de deficiência. Em alguns casos, essa deficiência é decorrente de uma anomalia cromossômica, tal como a Síndrome de Down.

A única maneira da confirmação se o feto tem ou não uma anomalia cromossômica é através do estudo do mapa cromossômico (cariótipo), o qual durante a gestação é obtido através das pela realização de exames invasivos, tais como a Biópsia de Vilosidades coriônicas ou a Amniocentese. Porém, tais testes apresentam um risco de abortamento de aproximadamente 1%.

Cabe a você e ao seu companheiro, com a orientação de seu obstetra decidir se o risco do seu bebê apresentar uma anomalia cromossômica é grande o suficiente para realizar o teste invasivo. Como uma diretriz, O IMMEF normalmente recomenda o teste invasivo quando o risco para Síndrome de Down é igual ou maior que uma chance em 100.

O período mais preciso para calcular o risco para síndrome de Down é entre a 11ª e a 13ª semana de gestação e o risco depende:

Após a realização da ultra-som e com base nos fatores acima, o risco estimado para síndrome de Down será discutido com você. Somente você pode então decidir se deseja realizar o teste invasivo. Independente da sua decisão é recomendada a realização do ultra-som morfológico de 2º trimestre para a pesquisa do desenvolvimento anatômico fetal.

Os parâmetros acima citados têm como principal objetivo o rastreamento de doenças cromossômicas (por exemplo, Síndrome de Down), problemas cardíacos e outras alterações da morfologia fetal. Através da análise destes parâmetros, associado à idade materna, pode-se obter o risco específico para cada paciente em relação a doenças cromossômicas. Isto é possível por meio de um programa de rastreamento fornecido pela Fetal Medicine Foundation-Londres, do qual o IMMEF faz parte, sendo capaz de detectar até 90% dos fetos com Síndrome de Down.

5- Profissional que deverá realizá-lo
Profissionais habilitados em Medicina Fetal pela Fetal Medicine Foundation. O IMMEF ressalta que todos os médicos de seu corpo clínico possuem a Habilitação Nacional expedida pela Febrasgo e Internacional pela FMF-Londres.

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